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Projeto Igualdade Racial nas Ruas é lançado em Nilópolis

A Secretaria de Cidadania e Direitos Humanos, através da Superintendência de Promoção da Igualdade Racial lançaram no último dia 25, o Projeto Igualdade Racial nas Ruas.

IGNEZ

A equipe da superintendência estará toda semana nas ruas de Nilópolis em busca de um diagnóstico semanal de quantas pessoas sofrem ou sofreram preconceitos de racismo e de intolerância religiosa. O racismo é uma maneira de discriminar as pessoas baseada em motivos raciais, cor da pele ou outras características físicas, de tal forma que umas se consideram superiores a outras. Portanto, o racismo tem como finalidade intencional (ou como resultado) a diminuição ou a anulação dos direitos humanos das pessoas discriminadas.

A intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a diferentes crenças e religiões. Em casos extremos esse tipo de intolerância torna-se uma perseguição. Sendo definida como um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana, a perseguição religiosa é de extrema gravidade e costuma ser caracterizada pela ofensa, discriminação e até mesmo atos que atentam à vida de um determinado grupo que tem em comum certas crenças. Os grupos afetados por esse delito discriminatório são os mais variados possíveis, porém o crime de ódio ocorre com maior freqüência com as chamadas minorias sociais.

São consideradas minorias sociais aqueles conjuntos de indivíduos que histórica e socialmente sofreram notória discriminação. “Como exemplo podemos citar as vítimas de racismo, homofobia, xenofobia, sexismo, intolerância religiosa e preconceitos com deficientes. Estaremos nas ruas para além de diagnosticar os casos, orientar a população nilopolitana para seus direitos enquanto cidadãos. Estaremos encaminhando os casos de atendimento a rede de combate ao racismo e a intolerância religiosa criada neste ano com o apoio da OAB Nilópolis e da Defensoria Pública do RJ para o acompanhamento jurídico, além de tratamento psicológico através da Secretaria de Cidadania e Direitos Humanos”, disse a superintendênte de Promoção da Igualdade Racial, Ignez Teixeira.

Ignez acrescenta que os casos de violência contra a diversidade sexual, a mulher, a juventude, a pessoa com deficiência, serão encaminhados para as devidas superintendências da Secretaria de Cidadania e Direitos Humanos. Já os casos de violação de direitos ao consumidor que serão encaminhados ao PROCON. “A pesquisa visa combater todos os tipos de preconceitos, com isso, colaborar na transformação de uma cidade mais justa e igualitária para todos nós”, concluiu Ignez.

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