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Polícia

Empresa com sede em Nilópolis é investigada na Operação Templum

PREFEITURA DE MESQUITA
Foto: Divulgação
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A empresa Nil Locações Ltda, com sede no Centro de Nilópolis, é investigada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), e a Polícia Civil, por meio do Núcleo de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (NUCC-LD), e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ).

A empresa Nil Locações Ltda, com sede no Centro de Nilópolis, é investigada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), e a Polícia Civil, por meio do Núcleo de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (NUCC-LD), e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ).

A sede da empresa, localizada dentro de uma galeria comercial na Avenida Mirandela, foi um dos endereços visitados durante a operação Templum, nesta terça-feira (11), para cumprir mandados de busca e apreensão. Além da Nil Locações, a Prefeitura de Mesquita, a casa do ex-secretário de governo da Prefeitura de Mesquita, Bruno Daumas Ferreira dos Santos e em outros três endereços, alguns deles também em Nilópolis, foram alvos dos investigadores. O MPRJ também requereu a quebra de sigilo de dados dos bens apreendidos.

De acordo com as investigações, o ex-secretário de governo mantinha um esquema criminoso de fraude em licitações envolvendo a Prefeitura de Mesquita.

A denúncia aponta que ele coordenava um esquema de rodízio de nomeações e exonerações de servidores para trabalharem com as empresas envolvidas nas fraudes. Em uma conversa por telefone, que foi interceptada pelos investigadores, Bruno negocia a nomeação de motoristas que não possuíam carteira de habilitação.

Os depoimentos colhidos nos autos mostram ainda que os “laranjas” também se beneficiavam dos crimes. Em uma das conversas telefônicas interceptadas, um dos “laranjas” informa a uma outra pessoa também usada como “laranja” que um depósito de R$ 10 mil havia sido feito em sua conta e diz que, desse valor, R$ 5 mil eram da “primeira parcela daquele negócio”.

As investigações também apontam a participação no esquema de um ex-vereador de Nilópolis já falecido. O MPRJ também também requereu a quebra de sigilo de dados dos bens apreendidos.

Em nota, a prefeitura de Mesquita afirmou que as equipes foram até o local para cumprir mandados de busca e apreensão de documentos que pudessem comprovar irregularidades cometidas pela antiga gestão, e não a atual. Ainda segundo a prefeitura, a empresa envolvida na fraude não tem nenhum contrato com a atual gestão municipal.

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