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Barragem do Gericinó não apresenta riscos para Nilópolis, garante o INEA

O vazamento de 11,7 milhões de metros cúbicos de rejeitos da barragem da mineradora Vale, em Brumadinho (MG) acendeu um sinal de alerta para outras barragens em todo o país.

Segundo o Relatório de Segurança de Barragens de 2017, a Agência Nacional de Mineração (AMN), responsável pela fiscalização de 790 barragens de rejeitos, só relacionou 211 vistorias ocorridas em 2017, o que equivale a 27% dessas instalações.

Apesar de Nilópolis não possuir barragens deste tipo, nas redes sociais muitos moradores lembraram a existência de uma barragem no limite entre a área militar e o Parque Municipal Natural do Gericinó. Construída no início dos anos 90, a barragem evita que os rios Pavuna e Sarapuí transbordem em dias de chuva forte e alague o município de Nilópolis.

INEA
Veículo do INEA durante vistoria na barragem. Foto: Divulgação

Responsável pela fiscalização da segurança de barragens de usos múltiplos (exceto para geração de energia) e de resíduos industriais, O Instituto Estadual do Ambiente (INEA) é o responsável também pela manutenção da barragem de contenção de cheias, construída pela extinta Fundação Superintendência Estadual de Rios e Lagoas – SERLA.

Somado a uma intensa permeabilização do solo, Nilópolis sofria com enchentes periódicas e com deficiência de espaços livres públicos de qualidade. A barragem foi construídas pela extinta SERLA, hoje INEA, após a grande cheia de 1988, com o objetivo de contenção de cheias, como uma medida emergencial dentro do Programa Reconstrução Rio, com financiamento do Banco Mundial e da Caixa Econômica Federal.

Sobre um possível rompimento dessa estrutura, de acordo com a matéria publicada neste domingo (27) no Jornal O Dia, o órgão do Governo do Estado do Rio de Janeiro, garante que a população de Nilópolis não tem motivos, ao menos até o momento, para temer uma catástrofe desse tipo. “Em relação à barragem de Gericinó, sob responsabilidade do INEA, foi feita uma vistoria recente e não há qualquer risco”, relata o texto das jornalistas Aline Cavalcanti e Marina Cardoso.

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