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Alagamentos em Nilópolis e Mesquita poderiam ser evitados

Alagamentos em Nilópolis e Mesquita poderiam ser evitados 1
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A junção da ausência do poder público com a falta de consciência da população continuam contribuindo para os constantes alagamentos em Mesquita e Nilópolis. Apesar de muita gente achar que o Rio Sarapuí começa dentro do Gericinó, antes de chegar até a área, as suas águas já passaram por bairros da Zona Oeste do município do Rio de Janeiro.

BARRAGEM
Lixo toma conta do rio. Foto: André Moreira

O rio Sarapuí tem sua nascente no Maciço da Pedra Branca, em Bangu. Com 36km de extensão, a água limpa se transforma em esgoto quando atinge a área urbano do bairro carioca. Dai para a frente, acontece uma sucessão de fatores que contribuem para as enchentes em Nilópolis e Mesquita. Ao entrar no Gericinó, as águas já estão tomadas de lixo e esgoto. Como não há repressão por parte da Prefeitura do Rio de Janeiro, os moradores ribeirinhos transformam o Sarapuí em um verdadeiro lixão.

Ao chegar no Gericinó, o descaso do poder público se agrava, em especial pela falta de ação do Governo do Estado, que através do Instituto Estadual do Ambiente (INEA), deixou de fazer manutenção na barragem construída dentro do Gericinó. Mesmo com a péssima prática de jogar lixo no rio, a quantidade acumulada é desproporcional pela quantidade de moradores. Apesar da falta de civilidade da população, o governo estadual está sendo omisso com Nilópolis e Mesquita.

O INEA não tem feito seu papel de limpar e desassorear o rio Sarapuí a fim de acabar com os alagamentos. Em uma tentativa de minimizar o problema, as Prefeituras de Nilópolis e Mesquita buscam realizar a limpeza na superfície do rio, porém com um maquinário improvisado, já que as mesmas não possuem a atribuição e recursos para a limpeza do Sarapuí como o Governo do Estado possuí.

Barragem desativada

LIXO NAS RUAS
Ruas de Mesquita ficaram tomadas de lixo. Foto: Via Whatsapp

A barragem construída dentro do Gericinó é fundamental para que as águas não invadam os bairros ribeirinhos aos Sarapuí. Como as comportas estão desativadas há pelo menos cinco anos, as águas repletas de sujeira invadem as residências daqueles que moram nos bairros que ficam às margens do rio. Aliado a isso está o assoreamento do leito.

Prefeituras fazem a sua parte

No intuito de minimizar os danos aos moradores, as prefeituras de Nilópolis e Mesquita fazem um trabalho intenso de limpeza dos ralos e das redes de drenagem, além de manter a coleta de lixo sendo feita diariamente. Mas todo esse trabalho esbarra no assoreamento do rio.

Enquanto o poder público, no caso representado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, e parte da população não fazem a sua parte, cenas como as vistas nos últimos dias continuam a acontecer. Ruas repletas de lixo e esgoto se tornaram constantes.

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