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Jurados apontam falta de vibração e espaçamentos para notas baixas da Beija-Flor de Nilópolis

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Reconhecida como uma das mais competentes evoluções do carnaval, a Beija-Flor fez um desfile para esquecer no que tange ao quesito no julgamento. Sem conseguir uma única nota máxima, terminou a apuração como a pior escola no quesito, empatada com o rebaixado Império Serrano. De acordo com as justificativas dos jurados faltou vibração e sobraram espaçamentos nas alas da Beija-Flor.

A julgadora Paola Novaes destacou diversas falhas da Beija-Flor em seu desfile na justificativa para o 9,8 aplicado na azul e branca nilopolitana.

“A agremiação foi irregular no quesito durante sua apresentação. Aos 13 minutos a ala 01 avançou e formou espaço mais que o necessário para o abre-alas. Mais ou menos aos 22 minutos foi notada falha de ritmo de desfile, com a ala 05 muito tempo parada em frente a este módulo, provável reflexo das apresentações da comissão de frente e mestre-sala e porta-bandeira, que se fizeram mais longas. Idem alegoria 03, que estacionou por muito tempo, também ocasionando a perda de ritmo. Aos 48/49 minutos a escola muda a sua dinâmica e acelera. Aos 56 minutos ala 22 forma claros por conta de sua aceleração. Ainda resultado da mudança de ritmo, do quarto casal até a alegoria 05 foram menos de cinco minutos”, justificou.

Para Frederico Reder os buracos foram fundamentais para atrapalhar a evolução da Beija-Flor de Nilópolis na Marquês de Sapucaí. A nota dele também foi 9,8 para a escola.

“Aos 19 minutos de desfile um claro buraco próximo ao casal de mestre-sala e porta-bandeira. Aos 27 minutos o desfile ficou bastante tempo parado. Aos 46 minutos um grande buraco entre a alegoria 2 e a ala 12”, explicou.

Lucila de Beaurepaire percebeu uma pausa de cerca de oito minutos da Beija-Flor na pista, o que ocasionou sua nota 9,8 para a escola, conforme explicou em sua justificativa no mapa de notas.

“O desfile da Beija-Flor começou bem mas precisou acelerar prejudicando a fluidez. Aos 45 minutos a ala de baianas ficou parada por oito minutos e as seis alas subsequentes tiveram que apertar o passo, sem conseguir evoluir. Aos 53 minutos o segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira passou às pressas sem mostrar sua dança. A escola tinha um bom samba mas apresentou um desfile morno, aquém da tão marcante vibração dos componentes da Beija-Flor”, destacou.

Os problemas da Beija-Flor em evolução permaneceram evidentes até o fim do desfile. Em sua justificativa Verônica Torres também aborda a aceleração das alas no último módulo de julgamento.

“Escola com vibração e empolgação, mas passou pelo módulo 6 de forma acelerada, interferindo assim em sua fluência (ritmo/cadência/fluidez)”.

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