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Utilidade Pública

Laura Lee, o anjo de Nilópolis

LAURA LEE
Laura Lee. Foto: Divulgação
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Filha de chineses, nascida em 1983 no município de Nilópolis, Laura Lee, descobriu em 2009, durante uma doação de sangue, que era portadora do vírus HTLV (sigla da língua inglesa que indica “vírus que infecta células T humanas”).

O que para muitos poderia parecer um grande drama deu mais força para continuar seu trabalho. O susto que tomou ao receber a notícia se transformou em um grande impulso para o seu maravilhoso trabalho solidário. Hoje Laura Lee é conhecida não só em Nilópolis, mas em toda a Baixada Fluminense pelas ações de conscientização e prevenção às doenças sexualmente transmissíveis (DST’s).

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Atualmente Laura promove palestras onde busca levar informações sobre como se prevenir, as formas de tratamento e, principalmente, onde buscar ajuda. Mas o trabalho não para por ai, Lee também faz uma espécie de ponte entre o poder público e os pacientes, onde orienta sobre os locais que prestam atendimento específico para cada caso.

Laura faz questão de destacar que nada seria possível sem a ajuda dos inúmeros voluntários. Através das redes sociais ela faz apelos para conseguir insumos, como cadeiras de rodas, fraldas geriátricas, dentre outros, para ajudar aos mais necessitados, além de receber também pedidos de ajuda, uma espécie de troca-troca solidário.

Aos 36 anos, Laura Lee se diz realizada e feliz por estar colaborando com o bem-estar dos mais necessitados. Para saber mais sobre seu trabalho basta acessar https://www.facebook.com/laura.leevida

O que é vírus HTLV?

O vírus HTLV é um retrovírus isolado em 1980, a partir de um paciente com um tipo raro de leucemia de células T. Apresenta dois tipos: o HTLV-1, que está implicado em doença neurológica e leucemia, e o tipo 2 (HTLV-2), que está pouco evidenciado como causa de doença.

A minoria dos portadores assintomáticos (sem sintomas) poderá desenvolver alguma doença. No Japão, por exemplo, 14 em cada 1500 portadores assintomáticos poderão desenvolver a doença neurológica (dificuldade de andar). No caso de leucemia, o risco é ainda menor, ou seja, um em cada 10.000 portadores poderá desenvolvê-la ao longo da vida.

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