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Prefeitura de Nilópolis busca planos de combate à sífilis

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A Secretaria Municipal de Saúde, recebeu nesta quarta-feira (10), no posto central, a comitiva da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, juntamente com a equipe municipal e diretores dos setores epidemiológicos para tratar sobre o combate nacional à epidemia de sífilis congênita.

No encontro foram esclarecidas dúvidas e estabeleceram-se planos para que juntos, estado e município, ajudem no combate à doença que vem neste momento subindo em todo o Brasil. Além disso, avaliaram quais os avanços e os desafios do município em relação ao enfrentamento da sífilis e potencializar as ações.

A Prefeitura de Nilópolis pretende ampliar a discussão em vários segmentos da sociedade, massificando o trabalho de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis, bem como aproximar a população vulnerável aos profissionais de saúde, bem como dos serviços públicos disponíveis para prevenção e tratamento das DST’s, caso da sífilis.

Esta meta, proposta pela Organização Mundial de Saúde (OMS), envolverá todos os responsáveis pelas políticas públicas de saúde, bem como sua gestão e execução através de programas e projetos, tais como o próprio Secretário Municipal de Saúde, a Vigilância Epidemiológica, o departamento de DST/HIV, Atenção Básica, PAISMCA, Maternidades e Laboratórios.

É necessário estabelecer dentro das regiões, municípios e serviços de saúde uma rede de profissionais envolvidos direta ou indiretamente com a vigilância epidemiológica no sentido de ampliarem os olhares e buscarem estratégias conjuntas para atingir a meta de erradicação da sífilis congênita.

Atualmente, 3 milhões de mulheres dão à luz no Brasil. Considerando-se uma taxa de transmissão de 25%, de acordo com estimativas da OMS e prevalência de sífilis em 1,6% das mulheres, estima-se que, aproximadamente, 49 mil gestantes e 12 mil nascidos vivos estão infectados.

A sífilis congênita é uma doença que pode ser totalmente evitada, para isso é preciso que a mãe e o parceiro tenham diagnóstico precoce e tratamento adequado. No entanto, é fundamental que os vários elementos envolvidos estejam em harmonia, sendo imprescindível o monitoramento e avaliação da doença, participação da Sociedade Civil, Saúde do Homem, Vigilância Epidemiológica, Assistência Multidisciplinar, serviços de Laboratório, insumos e vontade política.

Serão estabelecidas parcerias com todos os profissionais e agentes de saúde envolvidos nesta área estratégica, garantindo fichas de notificações para sífilis em todos os estabelecimentos de saúde. Haverá um treinamento apurado para o preenchimento das fichas de investigação e outros aspectos correlacionados à sífilis congênita, em gestante e adquiridos, assim como educação continuada para os profissionais de saúde e acompanhamento integral até a confirmação da cura e, desta forma, atualizar as informações do SINAN (dar o nome da sigla), dentre outras.

As unidades de saúde estarão marcando testes próprios para diagnósticos precoce para sífiles após a capacitação de todos os profissionais envolvidos. O Município faz parte desse projeto de resposta rápida à sífilis do Ministério da Saúde há 1 ano e vem enfrentando o desafio de um cenário de epidemia que acomete tanto o estado do Rio de Janeiro quanto o Brasil.

VIA COORDENADORIA DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA DE NILÓPOLIS

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