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Coluna: Futebol Sem Arte com Fernando Maciel

Paciência

TORCIDA FLAMENGO
Foto: Reprodução da Internet
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Os vexames recentes na taça libertadores estavam lá. O cheirinho seguiu no ar. A marca do time que “amarela” nunca foi mais justa. O time rubro-negro entrou em campo determinado a apagar os vezmes mais recentes. Sua história de vitórias no passado não era mais capaz de intimidar seus adversários…

Os gaúchos prometeram um inferno vermelho.. Mas quem começou voando foram o cariocas. Com menos de dois minutos, quase gol perdeu uma chance clara. Talvez a musculatura estivesse fria ou nem ele acreditou em uma oportunidade tão clara…

Os rubros negros faziam o jogo de paciência. Toques de bola, tranquilidade e maturidade.. Nem parecia aquele time inocente que deixa tudo a perder…A postura serena equilibrada não deixavam dúvidas de que tudo estava liquidado. O mais interessante era que não tinha a cera de costume de quem joga com a vantagem debaixo do braço, exceto o goleiro Chega Alves…

O inter caia na armadilha do fla muito facilmente. Infelizmente, o técnico colorado repetiu o grande erro da última partida: entrou com três jogadores experientes na linha de frente e abriu mão de jogadores mais novos e velozes que tinha em seu banco.Ficou mais fácil para os cariocas.

O primeiro tempo se encerrou com um lançamento primoroso de Super Henrique para o quase gol e mais uma chance perdida do atacante flamenguista.

Por maior que fosse o controle do time visitante, tantas chances perdidas levavam a crer que fariam falta no fim do jogo.

Na segunda etapa, o treinador colorado, enfim, acordou. Promoveu a entrada de seus pontas velozes e chegou rapidamente ao seu primeiro gol. Em bola alçada na área, os donos da casa abriram o placar. A sensação é de que os cariocas estavam amarelos de medo…

Embora o inter tivesse mais posse de bola, não ameaçava.. No meio do desespero colorado, Arrascapeta roubou uma bola e fez um lançamento para Super Henrique. O atacante flamenguista deixou quase gol com o gol livre para marcar o gol do empate e classificação dos cariocas…

Quebrou-se uma escrita. Depois de trinta e cinco anos, o flamengo chega a uma semifinal das libertadores.

Decepção em casa

A má campanha do tricolor no campeonato brasileiro subestima a bela equipe do papel. Após a demissão do técnico Fernando Diz Aí, o novo comandante Oswaldo Manteiga tem que manter o belo trabalho de seu antecessor. Um estilo de jogo com posse de bola, toques rápidos e sobretudo com inteligência. É a mentalidade que falta hoje no futebol brasileiro.

PH Marreco fez um primeiro tempo primoroso. Muita velocidade e participação no jogo. O meia Bebê escalado no ataque também fazia uma excelente partida. O lateral direito paulista Carneceiro ia loucura com as investidas no seus lado.

O Corinthians veio montado a cara de seu treinador. Um time Fechado, que só tinha o contra-ataque como arma. É triste ver um time do tamanho do Coringão abrir mão de jogar bola, em prol de resultado.

Os paulistas só esperavam. Não vieram jogar futebol. Em duas oportunidades, por erro na saída de bola, quase marcaram.

AS maiores armas dos visitantes eram o atacante Vágner Amor e o meia Pedrinha. O jovem atleta usa muito bem da velocidade em seu favor. Normalmente, recebe na diagonal por uma triangulação, conduz a bola pela diagonal ou até mesmo busca uma tabela com o atacante do amor.

Em uma bola cruzada pelo lateral, após uma falha ddo Zagueiro Diz Não, Pedrinha recebeu livre pela diagonal e marcou o gol. Festa em São Paulo e tristeza no Maracanã.

A tentativa da substituição pelo atacante velocista Nem não surtiu o efeito. O jogador perdeu uma bola por fírula e proporcionou um contra-ataque desperdiçado pelos corintianos. A desvantagem no placar fez o time apelar para as bolas cruzadas na área. De tanto insistir, veio o empate com o zagueirão DiZ Não…

E foi só… Uma eliminação diante de uma torcida de cinquenta mil apaixonados pelo time verde grená….

Dias Melhores?

Após a derrota contra o Chapecoense recheada com falta de ímpeto, o Botafogo de Eduardo Barriga , manteve praticamente a mesma escalação, promovendo a entrada de Padre Cícero no lugar de Buchecha sem Claudinho.

Os cariocas começaram o jogo sob intensa pressão. Restava contar com uma boa atuação do goleiro Gatinho, somente quando a equipe conseguiu melhorar seu passe e sair para o jogo surgiu a primeira oportunidade, já no fim do primeiro tempo. Contudo, o ex atleta Lindão, aproveitou um escanteio para, livre dentro da pequena área, inaugurar o placar para os gaúchos aos quarenta e três minutos.

Na volta do intervalo, Barriga tentou! Lançou Marciozinho na direita e Fernandão na lateral. O jogador começou entregando a bola de graça e contribuiu para o segundo gol dos colorados num contra-ataque aproveitado por É Denílson..

A estrelinha solitária acordou! Aos dezesseis minutos, Diego Show subiu dez andares para escorar belo cruzamento de Marciozão. Não era para a grande torcida alvinegra parar de vibrar! Toda essa fé levou jma busca incessante pela virada no placar, mas teve um preço: o time abriu espaço. Dessa forma, o Fogão deixou Nicoco Lopéz, saindo do jejum de 25 jogos, após tabela com Lindão, finalmente fazer o seu…

Nos acréscimos, a fé alvinegra operou o milagre através de Marcinho com um gol. Nunca é bom comemorar derrota, porém a apatia dos últimos jogos sumiu. Botafogo segue se acertando e, quem sabe, dias melhores virão!

A bola pune?

Entrar com um sistema de três atacantes proporciona a esperança de ver futebol. Estamos cansados de retrancas de técnicos nacionais, que jogam pelo resultado e não para convencer,assim o Vasco chegou batendo na mesa e dizendo quem manda em Minas Herais para encarar o Cruzeiro.

É certo que o técnico São Luxemburgo deu outra cara a essa equipe. Muito melhor arrumado e com um comandante de bagagem, o o futebol pode não ser o visto de outrora, contudo não envergonha seu mais exigente torcedor.

Os visitantes vieram com uma marcação dura, só que contavam com o velocista Rossi pelas pontas. Com mais volume nos passes, o anão da colina teve mais a bola, sem efetividade. Super Thalles, a estrela em ascenção, não levava melhor com o zagueiro trapalhão Dedé. As maiores emoções ficaram reservadas para bolas de longe com Danilo Parceiro.

Na volta do intervalo, o lance que poderia mudar o jogo: Pokémon sofreu penâlti! O próprio jogador foi bater e… perdeu! O arqueiro celeste não teve muita dificuldade, já que o dublê lateral e meia carioca bateu fraco e muito próximo. Menos mérito do goleirão e mais falha do atleta de São Januário.

A medida que o tempo passava, toda intensidade dos cariocas diminuia. Na tentativa de refrescar sua equipe, Sâo Luxemburo lançou Thiago Rei e Valdinho.. Não adiantou.. Os mineiros marcaram com um canhão de Maurício de Souza, sem chance de defesa para o goleiro vascaíno. Quem não faz leva, a bola pune ou batatinha quando nasce esparrama pelo chão? Qual o ditado define melhor esse resultado do Vascão?

Eu sou o Fernando, Youtuber, jornalista(segundo o STF), colunista do Nilopolisonline, nerd demais, senti saudades de todos vocês . Espero você no meu instagram @fernandoemaciel. Você também me encontra lá no Youtube no canal Eamigo: https://www.youtube.com/channel/UCM9e1ltiyd2GYE5FpzBn2Aw. Deixe sua opinião.

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