Polícia

Deputado garante a implantação do Programa Segurança Presente em Nilópolis

SEGURANÇA PRESENTE
Foto: Divulgação
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Os crescentes casos de violência em Nilópolis chamaram a atenção do deputado estadual Rodrigo Amorim (PSL). Aliado do deputado, o empresário nilopolitano Leandro Hungria fez um apelo ao parlamentar que diante do pedido elaborou uma indicação solicitando a implantação do programa Sociedade Segura no município.

E a resposta já saiu: Rodrigo Amorim, garantiu a implantação do Programa Segurança Presente em Nilópolis. Em um vídeo divulgado nas redes sociais ele aparece ao lado do empresário nilopolitano, Leandro Hungria, enfatizando e garantindo que o município será agraciado pelo programa:

O pedido de implantação do programa foi apresentado logo no início do mandato do parlamentar, em fevereiro deste ano:

“Tenho um carinho especial pelos nilopolitanos e uma relação de muito apreço por esta cidade, onde fui secretário de Cidadania e Direitos Humanos. Aos nilopolitanos e à toda população da Baixada Fluminense, seguimos firmes no nosso objetivo de levar segurança para todo o Estado do Rio. Estamos só começando”, informou o parlamentar.

PROJETO
Indicação legislativa apresentada pelo parlamentar com nome que seria usado pelo Governo do Estado.

 

Hoje, o Segurança Presente dispõe de mil agentes em Ipanema, Lagoa, Leblon, Copacabana (este em parceria com a Prefeitura do Rio), Flamengo, Tijuca, Centro, Lapa, Méier e também em Niterói e Nova Iguaçu, estes últimos junto com as prefeituras destes municípios.

A história da operação começou na Lapa, em janeiro de 2014, pelo então governador Sérgio Cabral. Depois, seu sucessor, Luiz Fernando Pezão, expandiu o programa para Méier, Lagoa, Aterro e Centro.

O foco do programa são ações de assistência social, partindo do princípio que as questões que envolvem vulnerabilidade social contribuem para a criminalidade.

Além da criação de  núcleo integrado de inteligência, onde os agentes poderão  verificar se há mandatos de prisão em aberto. O novo conceito do projeto, terá  atuação mais preventiva em problemas sociais, como os de moradores de rua, por exemplo. A ideia é fazer parcerias com as prefeituras para reativar abrigos, garantir atendimentos médicos para a população de rua e encaminhar crianças vulneráveis para as escolas.

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