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Socialite-influenciadora nascida em Nilópolis diz que gasta R$ 200 mil por mês

De tempos em tempos surge uma locomotiva social que chama atenção por seus hábitos extravagantes de consumo, pela disposição em querer aparecer e pela falta de papas na língua para falar de sua dolce vita. São personagens que costumam receber olhares tanto de admiração quanto de crítica.

E o expoente mais reluzente do momento nessa categoria é uma nilopolitana. Monique Elias é oriunda de uma família pobre, como tantas outras de Nilópolis, porém, a semelhança parou por ai. Hoje Monique é a nova rainha das emergentes. Mora em uma casa de quatro andares com elevador, na Barra da Tijuca, tem duas fazendas, onde só pisa com seu salto Louboutin levada pelo helicóptero particular, não sabe quantas bolsas existem em seu closet, e sua rotina custa, por mês, cerca de R$ 200 mil.

A voluptuosa morena de 38 anos habituada a ter do bom e do melhor jura não ser movida a luxos. “Grifes e viagens são parte do meu dia a dia, tenho carros de verdade, tipo Land Rover e BMW, só me impressiono com coisas que emocionam.” Um exemplo prático para entender essa linha de raciocínio: casada com Itamar Serpa, 78 anos, dono do império de itens de higiene e cosméticos Embelleze, que emprega 10 000 funcionários e tem como meta faturar 1 bilhão de reais em 2020, certa vez ela ficou possessa após dar uma espiadela no WhatsApp do marido e mandou que ele passasse uns dias fora de casa. A quizumba acabou sendo solucionada quando Serpa, arrependido da escapada digital, apertou a campainha da mansão segurando uma caixa cheia de pedaços de cana. Qual foi a reação dela diante de tanta doçura? “Esqueci a raiva e comecei a chupar cana”, conta.

Diferente da modinha atual, Monique não posa de empoderada, não faz discurso feminista e vai direto ao ponto. “Não é o dinheiro que me dá tesão, mas o poder: um homem com história tem referências, não chegou aonde chegou do nada.” Nascida em Nilópolis, ela vinha de um casamento frustrado com um homem 28 anos mais velho, de quem sofria agressões e humilhações contínuas. Decidida a ganhar independência financeira, passou na faculdade de direito e conseguiu um estágio na Defensoria Pública.

O destino mudaria quando uma mulher chegou disposta a mover uma ação de alimentos justamente contra seu atual marido, o empresário Itamar Serpa. No meio do processo, havia prints da página de Facebook de Serpa. Monique pediu para ser amiga, ele aceitou e curtiu suas fotos. Ambos usaram o recurso da cutucada. Foi amor à primeira teclada. “É claro que, pelo fato de ser esse empresário famoso, fiquei lisonjeada por ter dado bola para mim”, lembra.

MONIQUE E ITAMAR
Monique e o seu marido, o empresário Itamar Serpa. Foto: Acervo Pessoal

Apesar de boatos divulgados nas redes sociais, Monique não foi o pivô do divórcio de Itamar com sua primeira mulher, Josefina Beltrame Fernandes. “Eles estavam separados, não divorciados, e ela viveu com um novo companheiro por mais de vinte anos”, afirma Monique. Ela e Serpa se casaram no papel no fim de 2018, já com filhos gêmeos e dez anos de relacionamento. “Antes de mim, ele teve muitas namoradas. Eu exigi que parasse tudo. As mulheres vão para cima mesmo.” Sem papas na língua, jura que a diferença de idade não os impede de viver em constante clima de lua de mel. “Homens maduros fazem questão de mostrar que continuam na ativa”, teoriza.

Nos últimos dois anos, Monique investiu em produtores, roteirista e câmeras para profissionalizar seu canal no YouTube, batizado de No Pique da Nique, onde fala de toda sorte de assuntos e soma 100 000 inscritos. No Instagram, tem 830 mil seguidores. O sucesso digital rende convites para fazer posts pagos e eventos.

Acostumada a viajar para todos os cantos do mundo, com um fraco por Dubai e Tailândia, Nique vai desbravar em janeiro a Turquia. “Só estou pensando nas joias de lá; mas joias mesmo, não uso prata.” Sua vida hoje é bem diferente da que tinha na infância. Nascida no subúrbio de Nilópolis, foi criada pelos avós (com o pai, bicheiro, só começou a ter contato aos 15 anos; a mãe aparecia de vez em quando). “Eu usava camisetas de vereador”, lembra.

Fonte: Veja
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