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As empresas de ônibus de Nilópolis

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Assim como a maioria das cidades brasileiras o desenvolvimento local teve grande influência das empresas de transportes. Ao longo dos tempos, desde a fundação do povoado, várias empresas estiveram em operação no município e ajudaram a abrir ruas e avenidas. Delas, apenas as empresas Cavalcanti e Cia. – Nilopolitana e Expresso São Francisco foram as únicas que restaram e têm grande importância para a economia, já que geram milhares de empregos diretos e indiretos.

Vamos conhecer um pouco da história das empresas que ainda estão em funcionamento ou foram encerradas e foram fundadas em Nilópolis.

Nilopolitana

GARAGEM NILOPOLITANA
Sede e garagem da empresa em Nilópolis. Foto: Reprodução da Internet

Fundada em 1957 a Empresa Nilopolitana de Transportes surgiu a partir da Fênix Transportes, que operava as linhas internas dos bairros pertencentes, ao ainda quarto distrito de Nova Iguaçu. Naquele ano o nome da empresa passava a ser Nilopolitana Fênix. No ano seguinte teve o seu controle acionário transferido para os empresários Luiz Rodrigues Cavalcante Filho, Abel Magalhães Castelo e Waldemir Antonio Pereira, que mudaram sua razão social para Cavalcante & Cia, mantendo o nome Nilopolitana apenas como nome fantasia.

NILOPOLITANA

Ônibus da empresa circulando pela Avenida Mirandela. Foto: Reprodução da InternetMais tarde, a empresa passou a ser dirigida pelos irmãos Gilberto, Luiz Augusto e Antônio Cavalcante, filhos de Luiz Rodrigues. Foi na época da administração dos três irmãos que a Nilopolitana enfrentou o pior momento de sua história: a encampação feita pelo Governo do Estado, que começou no final de 1985 e só terminou em 1988, quando o Governo do Estado devolveu a empresa aos sócios. O Decreto 8.711 atingiu ainda outras 15 empresas da Região Metropolitana. Em Nilópolis apenas a Nilopolitana foi atingida.

NILOPOLITANA
Veículo com a pintura da encampação. Foto: Reprodução da Internet

No período da encampação, os ônibus tinham a cor branca como predominante e duas faixas nas cores vermelha e azul. Sem poder administrar a empresa da forma correta, os veículos foram se deteriorando, já que a manutenção não era feita da forma correta. Para se ter ideia, antes da intervenção governamental,  a Nilopolitana possuía 120 ônibus. Quando houve a devolução da empresa aos proprietários, apenas sete veículos estavam em condições de operação.

O recomeço foi com bastante dificuldade. A empresa foi devolvida com inúmeras dívidas e foi preciso negociar com fornecedores, conseguir financiamento para a compra de ônibus usados, enfim, fazer o que parecia impossível para tentar levantar a empresa. Foram cerca de dois anos para deixá-la em condições de atender à população.

Aquisições

Na década de 80, antes da encampação, os sócios adquirem a Santa Tereza Transportes e Turismo, que fazia linhas municipais em Nova Iguaçu, atuando na ligação entre os bairros do distrito de Austin. A garagem dos ônibus era a mesma da Nilopolitana, assim como a pintura.

Outra empresa que pertenceu a Nilopolitana foi a Gata Turismo. Ela foi fundada em 23 de abril de 1987 e sua garagem era na Rua Eliseu de Alvarenga, 1240, Centro. Este terreno acabou sendo incorporado à garagem da Nilopolitana. Por alguns anos esse local também foi usado pela Santa Tereza como sua garagem.

Galeria de modelos com pinturas antigas:

Galeria de modelos com a pintura atual:

Após o período de dificuldades, a empresa começa a reerguer e passa a adquirir apenas ônibus zero quilômetro e investe na qualidade e no treinamento dos profissionais. Em meados de 2000, a empresa adquire o primeiro ônibus dotado de ar refrigerado, proporcionando maior conforto para os usuários. Era um Comil Svelto. Meses depois também chegam os micro-ônibus Piá, da mesma encarroçadora. Todos tinham os mesmos tipos de aparelhos e chegaram a ser usados nas linhas municipais de Nilópolis e Nova Iguaçu.

O serviço diferenciado foi extinto em 2009 e somente em 2013 a empresa volta a investir em ônibus deste tipo. Os veículos Mascarello Gran Via foram usados nas linhas oriundas da Trans1000.

Novas linhas

No dia 19 de agosto de 2013, o Departamento de Transportes Rodoviários do Rio de Janeiro através da Portaria de Nº 1125, requisitou em caráter emergencial no dia 19 de agosto de 2013, pelo prazo máximo de
365 (trezentos e sessenta e cinco) dias, ou até a realização de concorrência pública para seleção das futuras
concessionárias, a Nilopolitana e outras empresas para operarem as linhas da empresa Turismo Transmil Ltda, que ficou impedida de operá-las. Coube a Nilopolitana a operação das linhas 129B (Nilópolis x Central do Brasil) e 516I (Nilópolis x Km 2,5).

NILOPOLITANA
Foto: André Rodrigues

Em abril de 2017, a Nilopolitana recebe mais uma linha. A 420T (Barra da Tijuca x Nilópolis), por conta da intervenção realizada pelo Governo do Estado na Turismo Cruzeiro do Sul.

Atualmente a empresa opera linhas intermunicipais ligando Nilópolis aos municípios do Rio de Janeiro, Mesquita, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Duque de Caxias e Queimados. São elas:

420T Barra da Tijuca x Nilópolis
129B Nilópolis x Central do Brasil
516I Nilópolis x Km 2,5
429I Duque de Caxias x Queimados
428I Comendador Soares x Cabral
434L Nova Iguaçu x Sulacap

Na sua cidade de origem, a empresa opera as seguintes linhas municipais:

001 Mirandela x Cabral
001 Mirandela x Rodoviária
002 Manoel Reis x Rodoviária

Em Nova Iguaçu a empresa faz parte do Consórcio Serra do Vulcão, operando as seguintes linhas:

Vila São Luiz x Centro
Rodilândia x Centro
Austin x Centro

Galeria de modelos com a pintura do Consórcio Serra do Vulcão:

Expresso São Francisco

Com o final da II Guerra Mundial, muitos italianos deixaram sua pátria em busca de oportunidades em outros países. Boa parte deles encontrou no Brasil um lugar seguro, onde poderia construir um patrimônio. Um desses italianos tem nome e tradição no setor de transporte coletivo: Giuseppe Grosso, fundador da Viação Expresso São Francisco.

EXPRESSO SÃO FRANCISCO
Um dos primeiros ônibus da empresa. Foto: Reprodução da Internet

Em 1955, aos 16 anos de idade, ele deixou a Itália e, depois de 14 dias a bordo de um navio, chegou ao Brasil. A língua e os costumes diferentes não foram obstáculos para quem, ainda menino enfrentou as dificuldades de um país destruído pela guerra, quando para estudar, precisava caminhar cerca de 10 quilômetros de casa até a escola – e descalço.

Giuseppe lembra com saudade de quando começou no ramo de transportes de passageiros. Foi quando soube que a Rápido Brasileiro, empresa de ônibus que deu origem a extinta Turismo Trans1000, possuía ônibus agregados, ou seja, cada carro pertencia a um dono diferente. Pronto ! Esta informação bastou para que o italiano encontrasse ali uma nova oportunidade. Ele fez plantão na garagem da empresa e depois de horas foi recompensado, pois saiu de lá com o seu primeiro ônibus, o de numero 22. Para quem veio de tão longe, um carro era pouco, e , depois de algum tempo, comprou outro veículo, o de numero 30. Com a expansão do negócio surgiu a necessidade de contratar um motorista, mas a comemoração da nova aquisição durou pouco. Logo no primeiro dia de trabalho o condutor sofreu um acidente. “Quando eu vi, chorei como uma criança”, lembra Giuseppe, que logo depois sofreu novo prejuízo, com o roubo de peças caríssimas do outro ônibus.

Giuseppe encontrou ânimo para continuar o que prometeu a seu pai, quando deixou a Itália: manter a dignidade e vencer. Desde que chegou ao Brasil, este era seu único objetivo. Chegou a ser empregado de uma fábrica durante dois anos, mas depois resolveu que já era hora de trabalhar por conta própria. Juntando cada trocado que havia economizado em uma caixinha, fez sociedade com mais cinco pessoas para comprar um carrinho de mão, chamado de “burro sem rabo”, para trabalhar no mercado da Praça XV. Ele fazia entrega de mercadorias, inclusive de frutas.

Sempre obstinado, continuou guardando seu suado dinheiro na caixinha. Em 1958, Giuseppe decidiu comprar um caminhão que apesar de velho, ainda aguentava o rojão da estrada. Dois anos depois, ousou novamente e comprou um novo, à prestação. Tinha dinheiro apenas para a entrada, mas, para quem veio para o Brasil sem quase nada no bolso, e com muita vontade e coragem, conseguir dinheiro para honrar a dívida era questão de tempo, de trabalho e de muito esforço. O rapaz não escondia a felicidade de ser o dono do primeiro caminhão novo já visto no mercado da Praça XV. À frente do volante, Giuseppe alcançou a estrada, fez viagens para outros estados e conheceu lugares nunca imaginados. O verbo transportar já tinha tomado conta de sua vida.

Do caminhão para o ônibus foi questão de tempo. Quando já era dono de dois ônibus agregados, o italiano recebeu a notícia da morte do pai. “Pensei em desistir de tudo”, conta. Mas fez exatamente o contrário. Resolveu apostar alto e comprou dois ônibus da Transportes Vilma, que fazia a Linha Soares Neiva – Nilópolis (existente até hoje), para fundar uma empresa. Assim, em 1º de Abril de 1967, nasceu a Expresso São Francisco.

O nome é uma homenagem ao santo do qual é devoto e cuja história conheceu desde criança, pois a cidade onde nasceu São Francisco fica próxima à província de Belvedere Marítimo, em Cocenza, onde Giuseppe nasceu. As cores escolhidas para a pintura da frota, vermelho, verde e branco, foram mais uma homenagem, desta vez à bandeira italiana. Mais tarde, a empresa homenageou a escola de samba Beija-Flor de Nilópolis com a impressão da ave em seu layout. “Foi por causa da cidade de Nilópolis, que se tornou conhecida devido à escola de samba Beija-Flor, chamada de Beija-Flor de Nilópolis e cuja cor é azul e branco”, conta o diretor Avelino Correia.

Com os negócios crescendo e dando certo, Giuseppe viu que era hora de vender os ônibus agregados, e comprar outros veículos para a São Francisco.

Em resumo, o crescimento da Expresso São Francisco se deve a aquisição de linhas de tradicionais empresas de Nilópolis, como a Transportes Vilma, Nossa Senhora da Conceição e Viação Irene. A Expresso São Francisco é atualmente a empresa que detém o maior número de linhas municipais em Nilópolis, além de ter linhas ligando o município à Nova Iguaçu e Mesquita e uma linha que foge a este eixo, é a 180I (Nova Iguaçu x Japeri).

O começo

Inicialmente, a frota era composta por apenas dois veículos que operavam na linha Soares Neiva – Centro, adquirida com a compra da Transportes Vilma. Em 1972, a empresa já contava com cinco ônibus, que além da linha inicial, operavam também na linha circular Maria Braga x Augusto Paris.

Com a compra da Viação Nilópolis sua frota e número de linhas cresceram. Em 1979 a empresa adquiriu trinta ônibus e algumas linhas da Viação Nossa Senhora da Conceição. Foi a entrada da Expresso São Francisco em território iguaçuano. As linhas municipais Fábrica de Pólvora x Centro, Centro x Delamare e Rua da Serra x Centro, foram depois transformadas em intermunicipais, após a emancipação do então distrito de Mesquita, ocorrida em setembro de 1999.

Além das então linhas municipais, a São Francisco também adquiriu da Viação Nossa Senhora da Conceição, a linha intermunicipal 439I (Nilópolis x Mesquita). A São Francisco também chegou a operar a linha municipal de Mesquita Delamare x Edson Passos

Reestruturação

Visando se reestruturar, a São Francisco vendeu as linhas, com exceção da 439I, que havia adquirido da Viação Nossa Senhora da Conceição. O Grupo MVR, proprietária das empresas Mirante e Vila Rica passou a operar as linhas.

Uma curiosidade, é que a Expresso São Francisco, quando ainda era dona da Fábrica de Pólvora x Nova Iguaçu, transformada em linha intermunicipal após a emancipação de Mesquita, solicitou autorização junto ao Departamento de Transportes Rodoviários – DETRO, para ampliar a linha até o Hospital da Posse, alterando assim a denominação da linha para 461I – Fábrica de Pólvora x Hospital da Posse. Após a aquisição, o Grupo MVR voltou a operar a linha até o Centro de Nova Iguaçu.

As mudanças não param por aí, em 2000, a empresa adquiriu um terreno de cinco mil metros quadrados, em frente a garagem, que serve como pátio de estacionamento dos ônibus, além de instalação de bombas eletrônicas de abastecimento.

Galeria com fotos de veículos com pinturas antigas:

Nova fase

O investimento da São Francisco na qualidade dos serviços e a atenção dedicada a cada detalhe da operação, impulsionaram o crescimento da empresa, de forma a atender à demanda de seus clientes.A sede atual da São Francisco é localizada no bairro Santos Dumont, em Nilópolis. É composta por dois espaços: a sede tem 15 mil metros quadrados e lá funciona uma estação de tratamento e reuso das águas da chuva e lavagens dos veículos, assim como uma estação de tratamento de esgoto. Já a segunda garagem, possui 4 mil metros quadrados e funciona em frente da sede.

São Francisco na Barra da Tijuca…só que não

Em 1998 a empresa chegou a ganhar a concessão de uma linha ligando o município de Queimados à Barra da Tijuca, porém uma liminar e uma posterior perda no processo impediu a empresa de operar a referida linha. Os ônibus adquiridos para operar a linha eram, até então os mais modernos adquiridos, eram os modelos Padron Cidade II, encarroçados pela Companhia Industrial de Ferro e Alumínio – Ciferal e possuíam piso do tipo taraflex e poltronas ergonômicas, além do sistema de sonorização ambiente. Com a derrota na Justiça, a empresa distribuiu os veículos nas linhas municipais Soares Neiva x Rodoviária e Delamare x Centro.

Turismo

EXPRESSO SÃO FRANCISCO
Veículo rodoviário da empresa. Foto: Reprodução da Internet

Em uma tentativa de criar um setor de fretamento e turismo, a empresa adquiriu da empresa Rodoviária Âncora Matias duas unidades do modelo Nielson Diplomata, com chassi Scania. A empresa manteve o desenho de gaivota fazendo apenas alterações nas cores verde e azul.

Unindo Nilópolis e Nova Iguaçu

SÃO FRANCISCO
Ônibus na linha 431 Nova Iguaçu x Nilópolis. Foto: Reprodução da Internet

Quando Mesquita era o quinto distrito de Nova Iguaçu, a Expresso São Francisco era uma das empresas que ligavam Nilópolis até aquele município. Com a emancipação de Mesquita, ocorrida em 1999, houve um corte nessa ligação. A linha 439I (Nilópolis x Mesquita) já não ia mais até Nova Iguaçu.

O restabelecimento dessa ligação veio alguns anos depois. No início dos anos 2000, a Expresso São Francisco solicitou ao DETRO a expansão da linha 439I até o município de Nova Iguaçu, porém o órgão só aceitou que a linha fosse até a divisa entre Mesquita e Nova Iguaçu, no bairro de Juscelino. Ainda não era dessa vez, que a São Francisco iria juntar nilopolitanos e iguaçuanos.

A solução veio mais a frente, ainda na década de 2000, a São Francisco passa a operar a linha 431. Era uma linha nova e que ligaria, finalmente, Nilópolis à Nova Iguaçu. Ainda em fase de transição, alguns carros circulavam com a numeração 431I, porém só iam até Juscelino. A solução foi voltar a rodar a linha 439I com seu trajeto original, ou seja Nilópolis x Mesquita e a 431I rodava como Nilópolis x Nova Iguaçu.

No início, a 431I tinha poucos ônibus e aos poucos, a demanda foi aumentando e o processo se inverteu. Hoje a 439I tem no máximo dois ônibus e a 431I roda com seus ônibus sempre cheios.

Com a criação da 431I, a Expresso São Francisco consolidou o seu domínio no eixo Nilópolis x Chatuba x Mesquita, região hoje dividida com o Grupo MVR.

Linhas municipais sofreram mudanças

Na década de 90, a Prefeitura de Nilópolis resolveu promover alterações nas linhas municipais. Itinerários foram ampliados e outros criados. Confira abaixo as alterações:

Augusto Paris x Centro foi extinta;
Maria Braga x Centro foi expandida para o bairro Cabral;
Nova Cidade x Centro foi unificada com a Paiol x Centro (Via Olinda)
Torre da Light x Centro foi transformada em Pedro Álvares Cabral x Novo Horizonte.

Galeria com veículos com a pintura atual:

Atualmente a empresa opera as seguintes linhas

Municipais

01 Rodoviária x Soares Neiva
02 Cabral x Paiol
03 Pedro Alvares Cabral x Novo Horizonte
04 Nova Cidade x Olinda
05 Prefeitura x Nova Cidade
06 Cabral x Maria Braga
07 Centro x Paiol
07B Centro x Alto Cabuis

Intermunicipais

431I Nilópolis x Nova Iguaçu

439I Nilópolis x Mesquita

180I Nova Iguaçu x Japeri

Nilópolis também teve outras empresas que encerraram suas atividades ou foram incorporadas a outras empresas. Veja abaixo um resumo sobre elas:

Viação Nilópolis

VIAÇÃO NILÓPOLIS
Ônibus da Viação Nilópolis na década de 70, passando pela Rua Getúlio de Moura. Foto: Reprodução da Internet

Foi incorporada pela Expresso São Francisco na década de 70. Operava a linha Nova Cidade x Nilópolis, atual 05 (Nova Cidade x Prefeitura).

Transportes Vilma

A Transportes Vilma, que fazia a linha Soares Neiva – Nilópolis (existente até hoje), pode ser considerada a origem da Expresso São Francisco. Em 1º de Abril de 1967, Giuseppe Grosso compra os dois únicos ônibus da Transportes Vilma e a linha, passando a operar sob o novo nome: Expresso São Francisco.

Novo Horizonte Transportes e Turismo

Durante sua existência, a Novo Horizonte teve diversos nomes, entre eles, Gato Preto, Belo Horizonte e por fim Novo Horizonte, nome do bairro de origem da empresa em Nilópolis. Sua garagem era localizada na Rua Otaciano no Bairro Novo Horizonte. Nos anos 80 muda seu nome fantasia novamente, dando origem à
Paradisi.

A Novo Horizonte operava as linhas:

Nilópolis x Praça Mauá via Jurandir
Nilópolis x Central via Jurandir
Nilópolis x Shopping Sendas via Jurandir
NIlópolis x Central via Pavuna
Nilópolis x Tijuca via Pavuna
Mesquita x Central via Pavuna

Turismo Paradisi

TURISMO PARADISI
Veículo da Turismo Paradisi. Foto: Reprodução da Internet

Nascia em meados da década de 80 a Turismo Paradise, absorvendo as linhas que foram da Novo Horizonte. Suas linhas tinham como característica atender aos bairros do Éden e Vila Norma em São João de Meriti e o Bairro Novo Horizonte em Nilópolis.

A Turismo Paradisi operava as linhas:

Nilópolis x Praça Mauá via Éden
Nilópolis x Shopping Sendas via Jurandir
Nilópolis x Central via Jurandir
Nilópolis x Central via Gato Preto
Nilópolis x Tijuca via Éden
Mesquita x Central via Pavuna
Vila Emil x Central via Dutra
Coelho da Rocha x Central
Vila Tiradentes x Central

Através do processo de E-10/130.007/88, a Turismo Paradisi Ltda foi incorporada à Turismo Transmil Ltda, tendo sido decretado o cancelamento do registro da empresa no dia 12 de abril de 1988.

Sua garagem localizava-se na Rua João de Castro, 1250 no bairro Cabuís em Nilópolis. A primeira garagem da Empresa de Transportes Flores. Atualmente no local foi construído o Hospital Estadual Vereador Melchiades Calazans, transformado em Hospital de Traumato-Ortopedia.

Viação Nossa Senhora Aparecida

NOSSA SENHORA APARECIDA
Veículo da Viação Nossa Senhora Aparecida. Foto: Reprodução da Internet

Em 1979, a Viação Ponte Coberta arremata as linhas de ligação entre Nilópolis e São João de Meriti. Para operá-las, é criada a Viação Nossa Senhora Aparecida.

A Aparecida também fez uso da garagem no Cabuís, anteriormente utilizada pela Empresa de Transportes Flores na década de 50 pela e Turismo Paradisi até a década de 70, onde atualmente está o Hospital Melchíades Calazans.

Em meados de 1988, a empresa vende as linhas Paiol x Nilópolis via Nilo Peçanha e Paiol x Nilópolis via Mena Barreto para a Expresso São Francisco.

A empresa operava as linhas:

Nilópolis x São João de Meriti via Portugal Pequeno
Nilópolis x São João de Meriti via Tomazinho
Nilópolis x São João de Meriti via Éden
Paiol x Nilópolis via Mena Barreto
Paiol x Nilópolis via Nilo Peçanha

Com a aquisição pelo Grupo JAL em 1991, as linhas da N.S. Aparecida são absorvidas pela Empresa de Transportes Flores. A Viação N.S. Aparecida começou então a atuar no ramo de fretamento, adquirindo ônibus zero km. Adotou o nome fantasia da Conceitur, alguns anos depois passou a utilizar o prefixo
RJ 595.XXX que foi baixado em 1995.

Empresa de Transportes Flores

FLORES
Um dos primeiros veículos da empresa. Foto: Reprodução da Internet

Fundada em 1957, sua garagem de origem localizava-se na Rua João de Castro, 1250 no bairro Cabuís em Nilópolis, onde atualmente está o Hospital Estadual Vereador Melchiades Calazans.

Apenas após dois anos de estruturação de garagem e obtenção de autorizações necessárias, os primos Luiz de Andrade Flores e Mauro de Almeida Flores iniciaram as operações da empresa em 1959. A linha inaugural foi a São João de Meriti – Duque de Caxias via Matadouro, atual 108I.

Em 1961 a empresa é transferida para São João de Meriti. Na década de 70 adquire sua segunda linha, a São João de Meriti x Caxias via Vilar dos Teles, atual 109I. Em 1975, a empresa é assumida por José Alves Lavouras. Os primos que originaram a Transportes Flores cria naquele ano a Master Transporte.

A partir da aquisição de José Alves Lavouras, novas linhas e empresas foram sendo adquiridas e integrando o que mais tarde passou a se chamar Grupo JAL.

Gata Turismo

GATA TURISMO
Veículo da Gata Turismo. Foto: Reprodução da Internet

Fundada em 23 de abril de 1987, sua garagem ficava na Rua Eliseu de Alvarenga, 1240, Centro. A empresa, assim como o terreno acabou sendo incorporado à Cavalcanti E Cia. – Nilopolitana. Por alguns anos esse local também foi usado pela Viação Santa Tereza como sua garagem.

Tinha como foco os serviços de turismo e fretamento. Alguns anos depois a empresa foi extinta.

Fênix

FÊNIX
Ônibus da Fênix circulando em Nova Iguaçu. Foto: Reprodução da Internet

A Fênix Transportes operava as linhas internas dos bairros pertencentes, ao ainda quarto distrito de Nova Iguaçu. Em 1957 passa a se chamar Nilopolitana Fênix, dando origem à Empresa Nilopolitana de Transportes. No ano seguinte teve o seu controle acionário transferido para os empresários Luiz Rodrigues Cavalcante Filho, Abel Magalhães Castelo e Waldemir Antonio Pereira, que mudaram sua razão social para Cavalcante & Cia, mantendo o nome Nilopolitana apenas como nome fantasia.

Textos de Édipo Henrique e André Moreira, usando fragmentos de pesquisas na Internet
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