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Homem é preso em Nilópolis suspeito de estuprar menina de 7 anos

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No momento em que um caso de estupro de uma menina de 10 anos, ocorrido no Espírito Santo, e que deixou a vítima grávida chocou o Brasil, um caso semelhante foi descoberto pela Polícia Civil no Rio. Nesta terça-feira (18), um homem de 60 anos foi preso por policiais da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) da Zona Oeste do Rio, em Nilópolis. Ele é suspeito de estuprar a neta de sua esposa, de 7 anos.

“Apesar de não ser parente de sangue da menina, ela o via como avô, pois ele está casado com a avó dela há 14 anos. Então, a visão dela era essa”, disse a delegada Mônica Areal, titular da Deam-Oeste.

A prisão ocorreu após a mãe da vítima ir à delegacia e denunciar o abuso sexual, ocorrido na madrugada de terça-feira, na casa da família, em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio. O estupro foi testemunhado por um tio da menina, de 17 anos. Por volta das 3h, ele estava indo carregar o telefone celular e, quando entrou na cozinha, viu o suspeito com o órgão sexual na boca da menina.

Segundo o relato desse tio à polícia, após ser flagrado, o homem disfarçou, fechou a calça e continuou a fazer o café da manhã.

“Seguiu como se nada estivesse acontecendo. Ouvimos o depoimento desse tio. Ele confirmou e deu detalhes, um relato muito consistente. Estava muito abalado. Aliás, a família toda está muito abalada”, contou a delegada.

O preso negou ter cometido o crime e alegou que a menina estava na pia com ele esbarrou nele, se ajoelhou colocando a boca na calça dele – Mônica Areal descartou essa possibilidade. A polícia investiga se a vítima já havia sido abusada antes pelo homem.

“Acho que possa, sim, ter havido abusos anteriores. Nós estamos preparando um depoimento especial da vítima, que envolve alguns procedimentos, começa com uma conversa calma e é filmado”, disse a delegada.

O homem foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável e encaminhado para a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap).

A prisão do acusado só foi possível graças a uma mensagem enviada por um rapaz, informando que a polícia estava à sua procura. Mônica Areal informou que esse rapaz pode responder por favorecimento pessoal:

“Resolvi chamá-lo (para depor) porque, num crime dessa natureza, ninguém pode escapar”, concluiu.

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