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Após um ano de Covid-19, Nilópolis registra 12% de letalidade da doença

Após um ano do início da pandemia, Nilópolis registra 12,58% de letalidade da doença, ou seja dos 2.503 casos registrados até este sábado (06), 315 pacientes não resistiram a doença.

Dentre as vítimas fatais da doença está o ex-prefeito da cidade, Farid Abrão, que exercia o mandato quando contraiu a Covid-19. Ele teve morte cerebral no dia 11 de dezembro de 2020, aos 76 anos.

Para a Prefeitura de Nilópolis os números de mortes e doentes são baixos levando em conta a população estimada de 162.693 pessoas. Em nota divulgada à imprensa, a administração explicou que o município é bastante populoso, com 19 moradores por metro quadrado, o que dificultou o trabalho de contenção do vírus.

A cidade criou barreiras sanitárias – uma espécie de blitze , na qual agentes de saúde vão a pontos com bom movimento e tentam encontrar casos suspeitos, que passam a ser monitorados -, fez a desinfecção das praças, ruas e estabelecimentos locais.

A falta de locais para tratamento foi um problema nacional que também se viu em Nilópolis, que não tem hospitais estaduais ou federais com leitos de internação.

“Vale destacar que o Estado sofreu por falta de leitos para covid-19 por conta de atrasos [em obras] e fechamento dos hospitais de campanha”, justifica a prefeitura.

Nas últimas 24h houve o registro de mais uma morte por Covid-19, elevando em 0,3% a taxa de mortalidade. Dentre os municípios vizinhos de Nilópolis, São João de Meriti é o que tem a maior porcentagem de letalidade: 10,65%. Em seguida vem Mesquita com 10,59% e o Rio de Janeiro acumula 9,14%.

Ainda de acordo com os dados divulgados neste sábado, Nilópolis possui 2.177 pacientes recuperados da doença.

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