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Documentário conta a história do teatro e de atores de Nilópolis

“Fui aluno, professor, coordenador e hoje estou como diretor”, contou Thiago Cardoso, atualmente diretor da Escola Municipal de Teatro Antonio José – O Judeu. A história dele e de outros artistas da cidade está registrada no documentário ‘As Memórias do Teatro Nilopolitano’, dirigido pelo Fanfarras Produções Artísticas e patrocinado pela Prefeitura de Nilópolis, por meio da Lei Aldir Blanc.

Além de Thiago Cardoso, participam do documentário nomes importantes do teatro da cidade, Elder Cosendey, Celso Mosciaro, Edivaldo Barros, Luiz Valentim e Leopoldo Girão. O filme estreou no dia 7 de maio, através do YouTube, no canal Fanfarras Produções Artísticas.
“Foi muito bom participar desse documentário de suma importância para a cultura da cidade, é um resgate histórico dos caminhos da teatralização e de como surgiu esse movimento na cidade. Eles me convidaram para falar sobre a Escola de Teatro”, contou Thiago.
O produtor geral e proponente Darlan Patrick, de 31 anos, conta que o objetivo geral de ‘As Memórias do Teatro Nilopolitano’ é criar sentimento de pertencimento, estabelecer recortes conceituais e destacar as particularidades de cada relato, enfatizando a relevância cultural e educativa de cada personagem.
“A partir dos registros, depoimentos e da construção desse acervo digital, buscamos valorizar a trajetória dos profissionais que trabalham com as artes cênicas em Nilópolis”, esclareceu Darlan Patrick.
O produtor geral sentiu a necessidade de resgatar lembranças e registros dos artistas de Nilópolis.
“Após o falecimento de nomes importantes para o teatro da região, senti a necessidade de resgatar as lembranças e registro da contribuição cultural na cidade. Agora chegou a vez daqueles que são médicos da alma, que transformaram dias felizes de centenas de nilopolitanos com sua entrega e dramaturgia, revelar que o teatro em Nilópolis tem muito mais trajetória do que imaginamos.”
A arte é essencial para o nosso dia a dia, e o que não falta no município de Nilópolis são artistas com grandes projetos para entreter e ensinar pessoas pelos quatro quantos do mundo. Dezenas de projetos estão sendo apresentados através das mídias sociais dos artistas. Peças teatrais, oficinas de dança e artesanato, músicas, documentários e muito mais serão apresentados até o dia 28 de maio.

LEI ALDIR BLANC

Há mais de um ano a classe artística é uma das mais afetadas por conta da pandemia do novo coronavírus. Os editais em apoio aos artistas têm contribuído para o sustento no dia a dia. E a Lei Aldir Blanc propiciou a abertura de vários editais na cidade.
“Ser artista na Baixada Fluminense é um desafio triplicado. Por ser estigmatizado, não tem muitos investimentos, e a aprovação da lei Aldir Blanc nos deu um respiro e força para seguirmos em frente. Nilópolis sempre foi um turbilhão de cultura, temos muita história para contar e realizar”, afirmou Darlan Patrick.
Ele disse que Nilópolis é um dos maiores investidores na área de cultura porque a cidade tem quatro escolas de formação: teatro, dança, artes plásticas e música.
“Muitos desses alunos, como eu, se tornam artistas da localidade, e com a execução do edital, que a propósito quero parabenizar a comissão da lei pelo empenho, tem a oportunidade de executar seu trabalho como o devido reconhecimento”, disse o documentarista.
Além desse filme, na página da Secretaria Municipal de Cultura, você encontra datas e horários e diversas apresentações para o seu gosto.
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