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Guarda Municipal que matou policial em Nilópolis já tinha sido detido

O guarda municipal Max Aurélio da Costa Biassotto Ferreira, preso em flagrante no último domingo (08), após matar a tiros o policial militar Cristiano Loiola Valverde em Nilópolis já havia sido detido anteriormente. A informação foi divulgada pela Polícia Civil.

Ainda de acordo com a Secretaria de Polícia Civil, o guarda havia sido detido em 2015 por porte ilegal de arma de uso restrito. Em 2017 ele foi detido novamente por desobediência, resistência e lesão corporal.  Em ambas ele fora absolvido.

Em 2017 Max ainda entrou com uma ação contra o Município do Rio de Janeiro e a Guarda Municipal por tê-lo suspendido por 90 dias após ter sido detido em 2015. O caso foi julgado improcedente e o agente foi condenado a arcar com as custas do processo.

Câmeras registraram o crime

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o guarda municipal Max Aurélio atirou contra o policial Cristiano Valverde. No vídeo é possível ver o crime aconteceu após uma briga em um bar localizado no bairro Santos Dumont.

Testemunhas que prestaram depoimento na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) contaram que a briga começou porque o policial tinha ido defender a prima, que estava discutindo com a mulher do guarda municipal na Praça Santos Dumont.

Por questões de legislação, o vídeo só pode ser reproduzido para maiores de 18 anos.

O guarda teria sacado uma arma e feito pelo menos 12 disparos contra o PM. Ambos estavam de folga. Max Aurélio foi detido por pessoas que estavam na região e preso em flagrante por um segundo policial militar, que também estava de folga e passava pela região.
O guarda municipal foi levado à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense.

Na confusão, um outro homem, que também estava na praça, foi atingido. Alexandre Severino Martiniano, de 38 anos, levou um tiro no pé. Ele está internado na Unidade de Pronto Atendimento 24h Juscelino Kubitschek, no Centro, e o estado de saúde dele é estável.

Os agentes coletaram os depoimentos de testemunhas e para descobrir o que pode ter motivado o crime. Na madrugada desta segunda-feira (9), uma perícia foi feita no local.

Homenagem de Dia dos Pais

POLICIAL
Cabo Cristiano Valverde não resistiu aos ferimentos. Foto: Divulgação

 

Cristiano foi morto no Dia dos Pais e deixa uma filha de 15 anos. Horas antes da morte, o policial havia publicado um texto em uma rede social.

“Valorize seu pai, sua mãe, sua família, seus amigos. Valorize os que estão do seu lado. A vida não avisa quando vai acabar”, escreveu o PM.

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