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Nilópolis promove eventos de conscientização para o setembro amarelo

Prevenção ao suicídio é o grande objetivo das ações

Integrantes do Centro de Atenção Psicossocial (CAPs), da Casa da Terceira Idade e da Casa da Mulher Nilopolitana promoveram palestras, debates e até distribuíram panfletos sobre o ‘Setembro Amarelo’ no Shopping Nilópolis Square, no Parque Sara Areal, em Nova Cidade, e no calçadão da Mirandela, no Centro, além da exibição de vídeos. O objetivo era alertar a população para a importância de prevenir e combater o suicídio.

A Casa da Mulher promoveu atividades no calçadão nesta quarta-feira (29), pela manhã, com panfletagem, uma caixa para os pedestres anotarem seus desabafos e muita dança, atraindo a atenção por quem passava pelo local. De acordo com dados oficiais, são registrados mais de 13 mil suicídios todos os anos no Brasil e mais de um 1 milhão no mundo. E as principais vítimas são os jovens.

Entre os participantes dos debates, estavam Jaqueline Trinta, integrante do Centro de Valorização da Vida (CVV), o psicanalista Jairo Carioca, que palestrou sobre o tema ‘Discutindo o agressor que há em mim’. No CAPs Álcool e Drogas (AD), houve também dinâmicas voltadas à prevenção do suicídio. Um grupo de idosas da Casa da Terceira Idade de Nova Cidade fez uma caminhada no Parque Sara Areal com plantio de girassóis e também entregou panfletos.

Na Casa da Mulher Nilopolitana, a psicóloga Christiane Penha abordou o tema: ‘Por que mulheres lideram casos de violência autoprovocada entre jovens de 15 a 29 anos’.

“Tristeza repartida é o amigo que chora com você, e assim a dor é diminuída. E alegria compartilhada é felicidade multiplicada”, diz o Psicanalista Jairo Carioca. “Por isso a importância de laços sociais, como o projeto realizado na Casa da Mulher”, observou ele, no dia de sua palestra.

“Devemos nos atentar, o trabalho deve ser feito diariamente, as pessoas não precisam de acolhimento e apoio somente no mês de campanha, a luta é diária. O nosso objetivo é fazer dessa luta uma ação conjunta, fazer com que saia dos planos e se torne prática”, disse a Professora Nilcea Cardoso, responsável pela Casa da Mulher Nilopolitana. “Podemos ajudar estando atentos aos sinais de depressão, tristeza e isolamento, apenas nos mostrando disponíveis para ouvir”, concluiu.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação / PMN
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