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Nilópolis perde 69 posições no ranking de competitividade dos municípios brasileiros

No último dia 22 de novembro, o Centro de Liderança Pública (CLP) divulgou a segunda edição do “Ranking de Competitividade dos Municípios” e Nilópolis ficou na 321ª posição na classificação envolvendo 411 municípios do Brasil, caindo 69 posições em relação ao estudo anterior, de 2020.

Em relação aos demais municípios da Baixada Fluminense, Nilópolis foi a cidade que perdeu mais posições em relação ao estudo de 2020, figurando na frente apenas de Itaguaí (348º), Queimados (357º), Magé (385º), Belford Roxo (397º), São João de Meriti (400º) e Japeri (403º).

Quem lidera na região é Nova Iguaçu (281º) que subiu 9 posições em relação ao estudo de 2020. Duque de Caxias (293º) aparece na sequência após subir 4 posições no ranking, seguido de Mesquita (296º) que perdeu 12 posições e Seropédica (313º) que perdeu 18 posições.

Na concepção do CLP, que fez a compilação, “competitividade é a capacidade de um estado cumprir, com mais sucesso, a sua missão de promover bem-estar social por meio de um conjunto de ações, instituições e políticas. A competição saudável faz com que os entes busquem melhorar seus serviços públicos, atraindo empresas, trabalhadores e estudantes para ali viverem e se desenvolverem social e economicamente”.

Indicadores

A capacidade competitiva foi analisada a partir de 65 indicadores, distribuídos em 13 pilares temáticos e 3 dimensões: Instituições, Sociedade e Economia.

Os pilares são Sustentabilidade Fiscal, Funcionamento da Máquina Pública, Acesso à Saúde, Qualidade da Saúde, Acesso à Educação, Qualidade da Educação, Segurança, Saneamento, Meio Ambiente, Inserção Econômica, Inovação e Dinamismo Econômico, Capital Humano e Telecomunicações.

Em relação à primeira edição do estudo, foi acrescentado o pilar de Meio Ambiente, além dos indicadores de Qualidade da informação contábil e fiscal, Cobertura de saúde suplementar, Desnutrição na infância e Obesidade na infância. O indicador Perdas no abastecimento de água teve alteração metodológica, com a temática perda de água passando a ser tratada separadamente em dois novos indicadores (Perdas na distribuição de água e Perdas no faturamento de água).

O novo pilar de Meio Ambiente é composto pelos indicadores Emissões de gases de efeito estufa, Cobertura de floresta natural, Desmatamento ilegal, Velocidade do desmatamento ilegal e Áreas recuperadas.

O ranking lista os potenciais (áreas com melhor colocação do município) e desafios (com piores).

De acordo com o estudo, apesar de ter perdido 15 posições em relação ao estudo de 2020, Nilópolis apresenta como grande potencial as Telecomunicações, figurando na 32ª posição na lista dos municípios brasileiros. Segurança Pública também é listada como grande potencial do município, alcançando a 107ª posição, apesar da queda de 65 posições em relação a 2020.

Em relação ao Capital Humano, Nilópolis teve um crescimento de 202 posições e agora aparece na 153ª posição no estudo, sendo o potencial que mais cresceu em relação a 2020, seguido do acesso à educação, com um crescimento de 22 posições no ranking, aparecendo na 179ª posição.

Os outros potenciais de Nilópolis são:

301ª – Inovação e Dinamismo Econômico (subiu 13 posições)

305ª – Sustentabilidade Fiscal (perdeu 110 posições)

319ª – Qualidade na Educação (perdeu 17 posições)

Já na lista dos desafios, o estudo considera que Nilópolis não tem tratado bem o Meio Ambiente. No ranking, o município está em 401º, tendo perdido 17 posições. O acesso à Saúde também piorou, tendo uma perda também de 17 posições e aparecendo em 372º. Outro indicativo que perdeu 17 posições foi o Funcionamento da Máquina Pública, que agora aparece em 366º.

Outros desafios de Nilópolis:

351º – Qualidade da Saúde (perdeu 17 posições)

350º – Saneamento (perdeu 17 posições)

324º – Inserção Econômica (perdeu 17 posições)

Sobre o Ranking

O Ranking de Competitividade dos Municípios é uma ferramenta de grande relevância que chega à sua segunda edição e que visa apoiar os líderes públicos brasileiros nas tomadas de decisão, com foco na melhoria da gestão das cidades.

Por meio da metodologia SEALL, o Ranking dos Estados ganhou uma expansão, com a incorporação de métricas de sustentabilidade. É a oportunidade de fomentar boas práticas para uma competição saudável rumo a justiça, equidade e desenvolvimento sustentável.

O Ranking analisa o total de 411 municípios brasileiros (7,38% do universo de municípios), representando os municípios do país com população acima de 80 mil habitantes de acordo com a estimativa do IBGE para o ano de 2020. Em conjunto, os 411 municípios em análise correspondem a 59,75% da população brasileira (126,52 milhões de habitantes).

Confira o relatório completo CLICANDO AQUI

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