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Empresa transforma ponto de ônibus em estacionamento no Centro de Nilópolis

Quem precisa aguardar por uma condução no ponto de ônibus localizado na Avenida Getúlio de Moura, em frente ao Terminal Rodoviário de Nilópolis precisa disputar o espaço com os veículos da empresa Ponte Coberta. Os ônibus ficam estacionados justamente no local onde há um ponto, inclusive sinalizado com placa.

Os ônibus que fazem as linhas 544P e 548 P deveriam parar apenas dentro do terminal, mas não é isso que acontece. De acordo com um motorista, que por questões óbvias não iremos identificar, explicou que os motoristas da empresa fazem a chamada “rendição” ali, até mesmo alguns que fazem linhas no município vizinho de Mesquita, são obrigados a parar ali e aguardar a liberação:

“Eu pelo menos tento não atrapalhar o ponto, procuro sempre parar lá mais atrás, mas nem sempre é possível e dentro do Terminal não tem espaço para todos os ônibus”, disse.

O motorista lembra que no passado havia uma rua ao lado do terminal, usado pelas empresas para estacionar os veículos e aguardar a hora de seguir viagem:

“Há muito tempo atrás tinha uma rua aqui do lado, a gente deixava o ônibus ali e não atrapalhava ninguém, mas depois a Prefeitura fechou o acesso e para piorar a dona do Terminal transformou o lugar em um estacionamento particular, que tá fechado. Poderiam abrir esse espaço para os ônibus”, conta.

Empresa de ônibus orienta os funcionários

O funcionário diz ainda que a empresa orienta a não prejudicar o trânsito com os ônibus, mas nem sempre é possível, principalmente nas horas onde o movimento de passageiros é maior:

“Precisamos de um local onde possamos parar os ônibus até que sejamos chamados para iniciar a viagem”, finaliza.

Para Fernando Mendonça, a Prefeitura poderia chamar a diretoria da empresa e buscar um acordo, onde eles pudessem parar sem prejudicar os passageiros dos demais ônibus:

“Aqui é complicado demais, tem motorista que nem para mais aqui, pois quando damos sinal, o ônibus já está em cima. É preciso ter um diálogo com a empresa, eles precisam trabalhar, mas esse direito não pode prejudicar nosso direito”, concluiu.

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