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Medo de perder o emprego cai entre os consumidores fluminenses, diz pesquisa do IFec RJ

Novo levantamento realizado pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ) com consumidores do estado do Rio mostra que os fluminenses estão mais confiantes em relação a assuntos como emprego. Na pesquisa, houve uma queda no número de consumidores com medo de perder o emprego nos próximos três meses: de 60,1% para 57,1%. O percentual dos que não têm medo de ficar desempregados subiu de 39,9% para 42,9%.

Emprego

Em março, 39,5% dos entrevistados afirmaram que não tiveram medo de perder o emprego. Este índice correspondia a 38,3% no mês anterior. Em contrapartida, 41,6% tiveram muito receio em perder o emprego nos últimos três meses e 18,9% disseram que estavam com pouco medo.

Retomada econômica

Em relação à retomada econômica brasileira, ocorreu uma nova queda na confiança dos cidadãos: de 38,6% para 32,4%, redução de 6,2 pontos percentuais. Para 52,1%, a economia vai piorar e 15,5% acreditam na estabilização.

Questionados sobre a expectativa da retomada econômica no estado do Rio, o índice dos pessimistas apresentou aumento: de 43,8% para 48,7%, crescimento de 4,9 pontos percentuais. Por outro lado, o número de pessoas confiantes apresentou redução de 35,4% para 27,9%.

Renda familiar

A quantidade consumidores fluminenses que afirmaram ter sofrido diminuição da renda familiar aumentou, indo de 52,6% (fevereiro) para 57,4% (março). Houve diminuição no percentual de pessoas que disseram ter aumentado a renda: de 13,3% para 9,7%.

Para os próximos três meses, a pesquisa mostra um aumento expressivo do pessimismo em relação ao mês anterior: a porcentagem de entrevistados que acreditam em algum tipo de redução da renda familiar nos próximos três meses passou de 30,5% para 37,4%. Já o número de pessoas que acreditam no aumento da renda apresentou queda nesse estudo, passando de 29,9% para 21,8%.

Endividamento e inadimplência

O percentual de consumidores não endividados subiu de 32,8% para 33,2%. O total que se declarou endividado ou muito endividado apresentou leve queda, indo de 44,8% em fevereiro para 43,2% em março. O percentual dos que se dizem pouco endividados apresentou leve aumento, indo de 22,4% no mês anterior para 23,7% na sondagem do mês corrente.

A inadimplência registrada se manteve no mesmo patamar do mês anterior, passando de 28,2% para 28,4%. Além disso, o índice de fluminenses pouco inadimplentes caiu de 18,5% para 17,9%. Já o número de cidadãos sem restrições apresentou leve incremento: 53,7%. Em fevereiro, o índice era de 53,2%.

Entre os que se declararam inadimplentes, o cartão de crédito segue na liderança (63,2%), seguido pelas contas de luz, gás, água, internet e telefone (43,1%), crédito pessoal (25,3%), cheque especial (23%), IPVA (21,8%), IPTU (19%) e plano de saúde (15,5%).

Consumo de bens duráveis

Perguntados sobre os gastos com bens duráveis nos próximos três meses, 26,6% dos consumidores afirmaram que devem aumentar esse tipo de consumo, apresentando queda de 3,2 pontos percentuais em relação a fevereiro (29,8%). Outros 38,7% responderam que vão diminuir esses gastos – no mês anterior foram 39,5%, queda de 0,8 ponto percentual. Já 34,7% responderam que irão manter esses gastos, enquanto na sondagem passada foram 30,8%.

A pesquisa do IFec RJ ocorreu entre os dias 15 e 17 de março, contou com a participação de 380 consumidores do estado do Rio de Janeiro e tem o objetivo de entender quais as expectativas dos fluminenses com relação a retomada da economia do Rio e brasileira, além da percepção sobre o desemprego e renda familiar, entre outros indicadores.

Sobre a Fecomércio RJ

Reúne 59 sindicatos patronais, líderes empresariais, especialistas e consultores com o objetivo de fomentar o desenvolvimento dos negócios no setor do comércio de bens, serviços e turismo no estado do Rio de Janeiro. Desenvolve soluções, pesquisas e disponibiliza conteúdo sobre questões que impactam a vida do empreendedor e colaboram nas decisões dos gestores públicos. Representa mais de 321 mil estabelecimentos, que respondem por 2/3 da atividade econômica do estado e 68% dos estabelecimentos fluminenses, gerando mais de 1,5 milhão de empregos formais, que equivalem a 60% dos postos de trabalho com carteira assinada no estado. Através do Serviço Social do Comércio (Sesc RJ) atua em assistência social, cultura, educação, lazer e saúde aos comerciários e população carente, enquanto o Serviço Nacional de Aprendizagem Comércio (Senac RJ) promove educação profissional voltada para o setor.

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