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20º Batalhão de Polícia Militar lamenta morte de PM por criminosos em Nilópolis

O 20° Batalhão de Polícia Militar (Mesquita) lamentou, nesta sexta-feira (22/07), em suas redes sociais, a morte do cabo PM Paulo Zélio Fernandes Taveira, de 31 anos, ocorrida na noite desta quinta-feira (21/07), após ele ser atacado por criminosos enquanto realizava um patrulhamento na Rua Benjamin Constant, no bairro Nova Cidade. Ele foi socorrido no Hospital Geral de Nova Iguaçu, na Posse, mas não resistiu.

O 20º BPM compartilhou em suas redes oficiais, a postagem de pesar da Secretaria de Estado de Polícia Militar. O cabo Taveira, ingressou na Polícia Militar em 2014, e deixou um filho. Até o momento, não há confirmação de horário e local do sepultamento do PM.

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga o caso.

PM já perdeu 1.501 agentes desde 2016

De acordo o levantamento do Instituto Fogo Cruzado, emitido em 15 de junho deste ano, os policiais militares são a categoria que mais sofre com a violência armada.

Desde 2016, 1.501 agentes de segurança pública foram baleados: 555 deles morreram e 946 ficaram feridos na Região Metropolitana do Rio. Na teoria, é como se em média 22 agentes fossem baleados por mês. Os policiais militares representam 84% dos agentes baleados. Ao todo, das 1.501 vítimas, 1.254 pertenciam à categoria: 431 PMs foram mortos e 823 ficaram feridos desde julho de 2016.

Enquanto 85 dos baleados eram policiais civis, 69 pertenciam às forças armadas, 30 eram bombeiros militares, 28 eram policiais penais (agentes penitenciários), 17 policiais federais, 11 guardas municipais e sete pertenciam ao Segurança Presente.

Dos 1.501 agentes de segurança baleados em quase seis anos, 54% não estavam em serviço no momento em que foram atingidos: 684 estavam fora do horário de trabalho e 126 eram aposentados ou exonerados. Três deles não tiveram o status de serviço divulgado.

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