Nilópolis: Seus Talentos e Histórias

Nilópolis é uma cidade marcada por histórias de talento, dedicação e conquistas que ultrapassam fronteiras. Ao longo do tempo, muitos nilopolitanos se destacaram em diferentes áreas — seja no cenário local, nacional ou até mundial — deixando sua marca na cultura, na ciência, no esporte, na política, nas artes e em tantas outras frentes.

Nesta seção, você poderá conhecer melhor essas figuras que fazem parte da identidade e do orgulho da nossa cidade. Os nomes e seus breves históricos estarão organizados por área de contribuição, facilitando a navegação. Basta clicar nos botões correspondentes para explorar cada trajetória e descobrir como Nilópolis se conecta ao mundo através de seus cidadãos.

Mais do que uma homenagem, este espaço é um convite para valorizar nossas raízes e reconhecer o impacto que os nilopolitanos têm na construção da história coletiva.


🎶 Música


Morre em 17 de abril de 2026, aos 55 anos, Robson Silva de Oliveira, popularmente conhecido como Binho Percussão. Foto: Reprodução da Internet
Robson Silva de Oliveira, popularmente conhecido como Binho Percussão. Foto: Reprodução da Internet

Robson Silva de Oliveira (Binho Percussão) 

Renomado músico e percussionista, nascido e criado em Nilópolis, Robson Silva de Oliveira, popularmente conhecido como Binho Percussão, tornou-se famoso por integrar o grupo de pagode Pique Novo e por sua intensa ligação com o carnaval carioca, especialmente com a escola de samba Beija-Flor. Sua trajetória artística marcou gerações e consolidou um legado cultural de grande relevância. Após um período enfrentando problemas de saúde, Binho faleceu em 17 de abril de 2026, aos 55 anos.

Integrante do Pique Novo desde 1995, Binho teve sua formação musical enraizada no candomblé e na Beija-Flor de Nilópolis, escola com a qual manteve profunda ligação ao longo da vida.

Aos 14 anos, passou a integrar a banda de Neguinho da Beija-Flor, onde permaneceu por uma década. Com apenas 16 anos, assumiu o posto de Mestre de Bateria da Escola Mirim da azul e branca e, entre 2010 e 2012, esteve à frente dos ritmistas da bateria da escola-mãe, ao lado dos mestres Rodney e Plínio. Sua saída ocorreu em razão das turnês do Pique Novo, grupo que o consagrou nacionalmente.

Por mais de três décadas, Binho participou das gravações de CDs e DVDs das Escolas de Samba do Grupo Especial, sob a batuta de Laíla, além de marcar presença em registros de shows de grandes nomes do samba, como Diogo Nogueira, Alcione e Fundo de Quintal. Em 2024, foi um dos autores do samba-enredo da Unidos de Bangu, quando a vermelha e branca da Zona Oeste levou para a Avenida o enredo “Jorge da Capadócia”.

Em 2025, afastou-se temporariamente do Pique Novo devido a problemas de coluna. A causa de sua morte não foi divulgada. Sua trajetória artística, marcada por dedicação e talento, consolidou um legado de grande relevância, tornando sua partida uma perda significativa para a música popular e para o universo do samba.



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